No pronunciamento de Wilson Lima (PR), que passou o cargo ao governador do Distrito Federal, Rogério Rosso (PMDB), que permanecerá no cargo até dia 31 de dezembro, o interino iniciou tecendo elogios à eleição indireta. “É com muita alegria que compareço a esta posse”, disse. Lima destacou a forma como conduziu o GDF nos últimos meses, “nos momentos que Brasília mais precisava e que estávamos sob a espada que pairava nas nossas cabeças”.
Religioso, Lima falou novamente que acredita ter cumprido uma missão dada por Deus e que “combateu o bom combate”. E prometeu apoio à nova gestão do governo: “Junto com meus colegas, darei a base de sustentação ao novo governador”, garantiu. Lima também garantiu a realização da festa dos 50 anos de Brasília. Ele e outros membros do governo estiveram reunidos na noite de ontem com o novo governador, debatendo sobre a garantia das comemorações na cidade.
Rogério Rosso, no discurso de posse, creditou a vitória a “um esforço inédito de união entre os partidos”. Ele disse ainda que o maior inimigo do governo, que terá 250 dias, será a desconfiança, advinda da situação política da cidade. Contra isso, a maior garantia que oferecem, segundo ele, são suas trajetórias de vida.
Rosso também garantiu a realização da festa de aniversário da cidade, mas destacou que o maior presente que deixará para a cidade será deixá-la de cabeça erguida. Ele também destacou que não abrirá mão dos compromissos assumidos na “Carta de Brasília”, um documento redigido por diferentes partidos antes de sua vitória.