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Brasília

Mutirão para reparos nos veículos do Grupo Amaral

Arquivo Geral

03/03/2013 10h21

 

Patrícia Fernandes

patricia.fernandes@jornaldebrasilia.com.br

 

O sofrimento dos passageiros que dependem do transporte público pode estar próximo do fim, pelo menos no que depender da qualidade dos pneus dos ônibus. Mais de cem pneus novos chegaram à garagem da TCB para substituir os que não tinham mais nenhuma condição de uso.  Para isso, durante todo o fim de semana será realizado um mutirão de manutenção na garagem. O objetivo é que amanhã, 30 ônibus a mais possam estar circulando pelas vias do DF. Além disso, foram alugados mais três guinchos. No total, são seis para recolher os ônibus quebrados.

 

Os pneus que serão substituídos encontram-se em estado crítico. De acordo com o borracheiro Fernando Marina, que trabalha na manutenção, os riscos para os usuários são imensos. “Com o pneu descascado e liso, é muito fácil o veículo deslizar na pista. Em alguns casos, a recapagem resolve, mas na situação que esses estão, só substituindo por outro mesmo”, afirmou. “A chance de ter um acidente é grande”, afirmou.

 

Primeira semana

Mesmo com protestos de passageiros e a precariedade dos ônibus que continuam rodando, o presidente da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília Ltda (TCB), Carlos Alberto Koch, afirma que a primeira semana de intervenção transcorreu de forma positiva. “Nosso objetivo era evitar o caos e conseguimos isso. A situação não piorou. Nesse sentindo, vencemos a batalha.”. Ele informou que o comando de toda a parte administrativa era uma preocupação. “Assumimos o controle da parte administrativa durante a semana. Foi preciso estabelecer relacionamento bancário, controlar as folhas de pagamento e regularizar os exames médicos dos funcionários”, disse.

 

Outras localidades

Koch destaca que esta semana, além dos 30 ônibus a mais em São Sebastião, as demais localidades também terão acréscimo na frota: “A partir de segunda-feira, vamos aumentando a quantidade de veículos para as demais cidades”. O presidente afirma que as perspectivas são otimistas. “O objetivo é que os transtornos diminuam gradativamente”, disse.

 

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