Menu
Brasília

Morte do pedófilo de Luziânia não altera investigações da CPI, diz Magno Malta

Arquivo Geral

19/04/2010 14h58

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), afirmou que a morte do pedreiro Adimar Jesus da Silva – assassino confesso de seis jovens de Luziânia (GO) – não vai alterar o curso das investigações sobre o caso. O pedreiro foi encontrado morto neste domingo (18) em delegacia da Polícia Civil em Goiânia, onde estava preso desde o dia 10.

Em entrevista à Agência Senado, Magno Malta disse acreditar que Adimar Jesus se suicidou na prisão. Como o pedófilo dizia ouvir vozes mandando que cometesse abuso sexual e depois matasse suas vítimas, o senador considerou plausível que, desta vez, ele tenha “recebido ordens” para que se matasse.

Em prosseguimento às investigações na CPI da Pedofilia, os senadores devem ouvir a psiquiatra forense que elaborou o laudo criminológico no qual afirma que o pedreiro não tinha doença mental. Também será ouvido o juiz que concedeu liberdade condicional ao pedreiro. Adimar havia sido condenado a 14 anos de prisão por abuso sexual de menores, mas recebeu o benefício de livramento condicional após cumprir 4 anos de reclusão.

– É preciso ouvi-los para que detectemos os erros neste caso e possamos consertar ou melhorar a lei – explicou Magno Malta

    Você também pode gostar

    Morte do pedófilo de Luziânia não altera investigações da CPI, diz Magno Malta

    Arquivo Geral

    19/04/2010 13h48

    O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), afirmou que a morte do pedreiro Adimar Jesus da Silva – assassino confesso de seis jovens de Luziânia (GO) – não vai alterar o curso das investigações sobre o caso. O pedreiro foi encontrado morto neste domingo (18) em delegacia da Polícia Civil em Goiânia, onde estava preso desde o dia 10.

    Em entrevista, Magno Malta disse acreditar que Adimar Jesus se suicidou na prisão. Como o pedófilo dizia ouvir vozes mandando que cometesse abuso sexual e depois matasse suas vítimas, o senador considerou plausível que, desta vez, ele tenha “recebido ordens” para que se matasse.

    Em prosseguimento às investigações na CPI da Pedofilia, os senadores devem ouvir a psiquiatra forense que elaborou o laudo criminológico no qual afirma que o pedreiro não tinha doença mental. Também será ouvido o juiz que concedeu liberdade condicional ao pedreiro. Adimar havia sido condenado a 14 anos de prisão por abuso sexual de menores, mas recebeu o benefício de livramento condicional após cumprir 4 anos de reclusão.

    – É preciso ouvi-los para que detectemos os erros neste caso e possamos consertar ou melhorar a lei – explicou Magno Malta.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado