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Brasília

Moradores têm que conviver com carros de som nas ruas de São Sebastião

Arquivo Geral

05/07/2010 8h00

Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br

A população de São Sebastião reclama de ter que conviver com tanta poluição sonora na cidade. Quando o assunto é som automotivo, não há remédio contra a dor de cabeça que resolva. Com o alto e bom som, mas nem tão bom assim, os moradores não sabem onde reclamar da situação e dessa forma as propagandas em carros, bicicletas e até trios elétricos seguem ensurdecedoras. Já as festas particulares, se tornam cada vez mais públicas, mesmo se o vizinho não for convidado, pode ouvir o que quer o e o que não quer também.

 

Há algum tempo, os moradores e trabalhadores da região administrativa de São Sebastião reclamam dessa situação que já faz parte da rotina. Alguns veículos circulam pela cidade, outros param em frente a casas e estabelecimentos e deixam o barulho rolar. São propagandas de vendas de alimentos, óticas, festas e tantas outras.

 

O Distrito Federal possui uma legislação especifica para coibir a poluição sonora. A Lei Distrital 4.092/08 estabelece que é proibido perturbar o sossego e o bem-estar público pela emissão de sons e ruídos. A lei fixa os níveis máximos de intensidade do som para cada área da cidade. Em sítios e fazendas, o barulho não pode ultrapassar 40 decibéis (dB) nos ambientes externos. Em áreas estritamente residenciais, com hospitais ou escolas, o limite é de 50dB. Em áreas industriais, não é permitido ultrapassar 70dB. São determinados os limites para o dia (entre às 7h e às 22h) e para a noite (das 22h às 7h do dia seguinte). A multa para os que desrespeitarem as regras da “Lei do Silêncio”, pode chegar a R$ 20 mil.

 

Leia mais na edição desta segunda-feira (5) do Jornal de Brasília

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