André Levino
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Manifestantes se reuiram ontem pela manhã, próximo ao Parque Ecológico das Sucupiras, para protestar contra a expansão do Sudoeste. O projeto de ampliação do setor prevê a construção de 22 novos prédios residenciais de seis andares, seis comerciais e um institucional na área verde.
Em 30 de agosto, o governador Rogério Rosso (PMDB) assinou um decreto aprovando o proposta urbanística. Contudo, uma liminar da Vara do Meio Ambiente, expedida por solicitação do Ministério Público, desautoriza a obra.
A Associação do Parque Ecológico das Sucupiras (Apes) deseja interligar as áreas de preservação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), da Marinha e do parque. “Não entendemos porque o governador autoriza algo que está sendo questionado. A especulação imobiliária está em um processo de avidez. Há outras áreas em expansão e por que avançar sobre os recursos naturais?”, argumenta o presidente da Apes, Fernando Lopes. Segundo ele, o trânsito ficará mais crítico e a bacia do Lago Paranoá será sobrecarregada.
“Outras expansões já dobraram a população incial prevista para o Sudoeste. As prefeituras se organizam e mantêm as quadras arrumadas para depois vir o governo e especular em cima do que a sociedde preparou”, ressaltou o presidente do Conselho Comunitário do Sudoeste, Elber Barbosa.
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