Nesta sexta-feira (27), é realizada a missa de um ano de falecimento do casal José Guilherme Villela e Maria Carvalho Mendes Villela e da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva. A missa será na Igreja São Pedro da Alcântara, SHIS QI 7, conjunto 17, lote C, no Lago Sul, e teve previsão de início às 20h.
Apontada pela polícia como a principal suspeita de ter planejado a morte dos pais e da empregada, a arquiteta Adriana Villela, 46 anos, presa na noite de 16 de agosto, deve permanecer no Presídio da Colmeia, no Gama. A Primeira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) só deverá julgar o mérito do pedido de habeas corpus de Adriana na próxima semana.
Das cinco pessoas que tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pelo juiz Fábio Francisco Esteves, substituto do Tribunal do Júri de Brasília, terça-feira da semana passada, apenas Adriana permanece presa. O agente José Augusto Alves, 41 anos, foi o primeiro a conquistar a liberdade. Depois, foi a vez da ex-empregada do casal Villela, Guiomar Barbosa da Cunha, 71 anos.
Na última quarta-feira, o desembargador Romão Cícero, da Primeira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que já havia determinado a liberdade dos outros dois, decidiu libertar também a paranormal Rosa Maria Jaques, 61 anos, e o marido João Tocchetto de Oliveira, 49 anos.
O ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, de 73 anos; a mulher dele, a também advogada Maria Carvalho Mendes Villela, 69 anos; e a empregada do casal, Francisca Nascimento da Silva, 58 anos, foram assassinados a facadas, no apartamento 601/602 do Bloco C da 113 Sul, onde moravam, no dia 28 de agosto do ano passado. Somente três dias depois, uma neta do casal encontrou os corpos, em estado de decomposição.