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Brasília

Metrô recebe campanha contra violência doméstica

Arquivo Geral

28/09/2010 13h52

A Coordenação Para Assuntos da Mulher, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), realizou nesta terça-feira (28) uma campanha contra a violência doméstica na Estação do Metrô da Praça do Relógio, em Taguatinga Centro.  Durante toda a manhã foram distribuídos kits às mulheres, com a Lei Maria da Penha comentada, além de cartilhas do Conselho dos Direitos da Mulher e do Centro de Referência de Atendimento às Mulheres.  Esta é a quarta campanha realizada neste ano.

Uma das intenções da campanha é fazer com que as mulheres se conscientizem e reconheçam a violência sofrida. “Elas precisam saber que existe uma lei que as protege e que a denúncia é importante, pois rompe com o sigilo. A situação de violência não acaba sem uma interferência externa”, salientou o gerente do Centro de Referência de Atendimento às Mulheres, Luiz Henrique Aguiar.

Além da divulgação da Lei Maria da Penha, a campanha contra a violência doméstica também informa as pessoas sobre os programas de atenção à violência da Sejus. Um deles é a Casa Abrigo, que atende mulheres em risco de morte. Geralmente, conforme profissionais que lidam diariamente com o problema, as ameaças partem dos próprios companheiros. No local, as mulheres recebem acompanhamento médico, psicológico, assistencial e atendimento jurídico. O endereço da casa, entretanto, é mantido em sigilo.

Outro programa da Sejus efetivo é o Centro de Referência de Atendimento às Mulheres, implementado em maio último. A iniciativa oferece serviço de prevenção com divulgação e orientação pelo telefone 3322-2266 ou pessoalmente. As mulheres em situação de violência recebem encaminhamento para atendimentos psicológico, assistencial e judicial. Até o momento, o centro já prestou cerca de 950 orientações por telefone e 78 atendimentos psicológicos presenciais.

O terceiro projeto oferecido à população é o dos Núcleos de Atendimento à Família e Autores de Violência Doméstica, vinculado ao poder judiciário. O programa age com uma intervenção na dinâmica da violência familiar, prestando atendimento aos agressores, esposas e filhos. De janeiro a agosto deste ano já foram atendidas 4.100 famílias.

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