Em comemoração aos 49 anos da capital federal, viagra buy a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) realizará no próximo dia 30 a maior licitação de lotes públicos deste ano. São 240 lotes distribuídos em 15 cidades do DF, more about com destaque para Samambaia (59 terrenos), Jardim Botânico 3 (52 lotes) e Guará (16 projeções para apartamentos).
Segundo o presidente da Terracap, Antônio Gomes, Samambaia “é a nova joia do mercado
imobiliário” do DF. Nos últimos três meses, a companhia vendeu 56 lotes na cidade ao preço total de R$ 27,5 milhões. Esse valor só foi inferior aos 65 lotes vendidos no Noroeste, que
somaram R$ 675,5 milhões em apenas duas licitações (janeiro e março). No primeiro trimestre
deste ano, a empresa vendeu 225 lotes ao preço global de R$ 729 milhões, volume de vendas
superior ao obtido nos quatro anos do governo anterior (R$ 685,2 milhões) e nos dois primeiros
anos do atual governo (R$ 650,1 milhões).
Os lotes do Noroeste não foram incluídos na licitação de abril, podendo retornar em maio. Em abril, além de Samambaia, Jardim Botânico 3 e Guará, há ofertas na Ceilândia (28 lotes), Sobradinho (26), Taguatinga (14) e Recanto das Emas (10). Os demais lotes estão distribuídos em Águas Claras, Setor de Oficinas Sul e Norte, Sudoeste, Núcleo Bandeirante, Santa Maria e Taquari.
Para participar da licitação, o interessado deve retirar o edital nas Administrações Regionais,
nas agências do BRB ou no edifício da Terracap e depositar caução em qualquer agência do
BRB até o próximo dia 29. A licitação começa às 9h do dia 30, no auditório da Terracap, atrás
do Palácio do Buriti.
Cruzeiro
A Terracap decidiu retirar da licitação de abril todos os 16 lotes comerciais do Cruzeiro incluídos
no concurso. A decisão foi tomada diante dos apelos da comunidade e da Associação dos Moradores do Cruzeiro.
Eles entendem que os terrenos estão em área verde e que não poderiam ser licitados e destinados a atividades comerciais. A Terracap esclarece que só colocou os terrenos à venda porque os imóveis fazem parte originalmente do comércio local. Com a venda, os lotes seriam
ocupados por empresas, que gerariam novos empregos no Cruzeiro.
A estatal informou que “foi sensível aos apelos da comunidade” embora os terrenos estão
em área comercial. Ela pretende ouvir outros segmentos do Cruzeiro antes de tomar uma
posição definitiva.