Os médicos do Distrito Federal não vão paralisar os atendimentos a clientes de planos de saúde por conta da greve nacional que começa nesta quarta-feira (10). De acordo com o diretor de saúde suplementar do Sindicato dos Médicos do DF (Sindimédico-DF), Diogo Mendes, apenas serão feitos atos como panfletagem, divulgação por meio de faixas e um movimento que deve ser realizado no dia 20 deste mês.
Apesar dos serviços de urgência e emergência não serem afetados, as consultas e a chamada assistência eletiva, mesmo marcadas com meses de antecedência, terão que ser reagendadas para depois da greve.
A greve dos médicos dos planos de saúde de todo o País deve durar 15 dias. Eles pedem um reajuste médio de 50% na tabela de serviços e o fim do que chamam “intervenções antiéticas”, que as operadoras estariam exercendo sobre os profissionais para baixar os custos dos tratamentos em prejuízo dos pacientes.
Os estados do Amapá, Ceará, Pará e Roraima, junto ao Distrito Federal, também não vão suspender os atendimentos. Já os profissionais do Mato Grosso vão deixar de atender apenas aos pacientes do grupo Unidas.