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Brasília

Médico disputa terreno que será construido aterro sanitário

Arquivo Geral

06/07/2011 6h30

Camila Costa

camila.costa@jornaldebrasilia.com.br

 

 

O espaço escolhido para a construção do aterro sanitário, que irá substituir o Lixão da Estrutural está rendendo uma queda de braço entre o atual usuário do terreno e o Governo do Distrito Federal (GDF). Depois de assinar contrato de concessão de uso e pagar durante 31 anos pela área, o médico aposentado Aderbal Jurema Junior, 63 anos, pretende entrar na Justiça para brigar pelo que considera seus direitos. Segundo a Companhia Imobiliária de Brasília  (Terracap), o terreno é de posse do GDF e ele terá que desocupar a área.

 

 

A área demarcada para a implementação do novo aterro fica entre o Córrego Belchior e a Rodovia DF-180, em Samambaia. Tem 140 hectares, grande parte com vegetação, e abriga aproximadamente seis nascentes, além de uma criação de 200 animais, entre bovinos e equinos. No terreno há ainda uma lagoa, que é alimentada pelas nascentes. Caso a área vire um aterro sanitário, um dos prejuízos, segundo Aderbal, é a extinção destas nascentes. “Eles vão tirar a minha matriz, que é a água, e com isso minha terra fica toda afetada. Como vou trabalhar com o lixo dentro de casa, sem contar com o trânsito de caminhões de lixo e o mau cheiro”, questiona.

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (06) no Jornal de Brasília.

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