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Brasília

Marta se entusiasma com bicicleta de Cristiane: <i>Foi fantástico</i>

Arquivo Geral

12/08/2008 0h00

Responsável pelos três gols que asseguraram a virada sobre a Nigéria e o primeiro lugar ao Brasil no grupo F, Cristiane arrancou rasgados elogios da melhor jogadora do mundo. Marta ficou entusiasmada ao ver a companheira quebrar o jejum em Pequim com uma atuação que teve direito a uma bicicleta indefensável para a goleira Dede.

“O segundo gol da Cristiane foi fantástico. Ela não tinha marcado gol ainda, por isso os gols de hoje (terça-feira) foram muito importantes para ela e também para a nossa equipe”, comentou a camisa 10, que viu a atacante terminar 2007 como a terceira melhor jogadora do mundo.

As declarações da craque do Umea, da Suécia, selam a paz no ataque verde-amarelo. No primeiro jogo, quando o Brasil empatou sem gols com a Alemanha, as duas discutiram em campo. Na rodada seguinte, na apagada atuação na vitória por 2 a 1 sobre a Coréia do Norte, Cristiane deixou o jogo revoltada por ter sido substituída.

Pacifico, o técnico Jorge Barcellos se disse contente com o desempenho do time todo em campo, garantindo que o feito de Cristiane fazia parte dos planos traçados pelo Brasil na partida.

“Tentamos pressionar muito a Nigéria no início do jogo, mas fomos um pouco afobados. Depois que fizemos o primeiro gol, voltamos a jogar na nossa tática original”, analisou o comandante.

Festa e conformismo – As brasileiras comemoraram a classificação com batucadas na saída do vestiário do Estádio dos Trabalhadores em Pequim. Até a entrada do ônibus, os surdos, pandeiros e chocalhos faziam o som da festa verde-amarela.

“Sempre foi assim e vamos continuar fazendo isso. A força, a garra e a união do grupo sempre predominam. Nossa animação nunca pode faltar”, pregou Maycon. “A nossa seleção não seria seleção sem isso. É assim todo jogo”, completou Daniela Alves.

Derrotadas e fora das Olimpíadas, as nigerianas contrastavam com a alegria brasileira e já aceitavam a eliminação. “As jogadores trabalharam muito duro, mas o grupo era muito difícil. Contra Brasil e Alemanha, só vontade não adianta”, conformou-se o técnico Joseph Ladipo.

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