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Brasília

Máquinas do passado: duas miniaturas para troca na promoção desta semana

Arquivo Geral

02/02/2013 11h40

Soraya Sobreira
soraia.sobreira@jornaldebrasilia.com.br

Quem é amante de carro antigo confessa: a raridade do modelo é um dos fatores que mais fascina. Segundo alguns deles, basta um passeio para se tornar personagem de uma experiência inusitada. As pessoas olham, e não convencidas, ainda fotografam e querem saber como é ter um. Com base nessa paixão, o Jornal de Brasília também quer agradar seus leitores com a promoção Máquinas do Passado. Desta vez, os apaixonados pelas miniaturas poderão escolher entre o Karmann Ghia ou Alfa Romeo. O primeiro dos sete selos será publicado amanhã.

Presente
“Afinal, quem não pode ter todos os carros antigos pode ter pelo menos a réplica de um original que encanta e pode até passar de pai para filho”, acredita o estudante Bruno Carvalho, 19 anos. A paixão pelos veículos é tanta que, aos 17 anos,  ele pediu a mãe de presente de aniversário um Alfa Romeo.  A mãe então teve de trocar outro modelo novo da família pelo carro que Bruno tanto ansiava. “Ela quem dirigia, mas só de estar dentro do veículo e tê-lo na garagem era bom demais”, conta.

Assim que alcançou a maioridade, o estudante tirou a habilitação. “Não parei mais. Gosto de tudo nele, do motor ao conforto. Uso muito no fim de semana tirando onda nas baladas”, diz. Mesmo com quase 20 anos de uso, o jovem garante que o veículo está conservado e original. “O carro é bem cuidado por todos. É um amor que passa pelos proprietários, tem três anos que o tenho. Gosto de modelos antigos porque chama a atenção. Eu, por exemplo, não conheço muita gente que tem, e recomendo o modelo”, afirmou Bruno.

Quem confirma o assédio é o empresário Beto Toscano, 66 anos, que tem o prazer de ter na sua garagem um Karmann Ghia, ano 72. “Quando resolvo dar uma voltinha, as pessoas buzinam e dão parabéns. Se estiver em um estacionamento, elas pedem para olhar por dentro e até tirar fotos. Ter um carro antigo dá status”, acredita. O modelo na década de 70 era o conversível do sonho de muitos jovens. “Eu também sempre quis ter um, e na época era muito caro”, explica. Este é o segundo Karmann da família Toscano”, revelou.

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