Elegante, confortável e potente, o Lexus SC 430 é um fetiche para os amantes de carros conversíveis. Com designer arrojado e tecnologia de ponta, o modelo da montadora Toyota foi lançado em 2001, anunciando a chegada do novo século. Com um cupê que recolhia a capota automaticamente em 25 segundos, o carro de linhas clássicas entrou para a história. A máquina, com raízes francesas, foi criada no Centro de Desenvolvimento e Designer da Lexus na Riviera Francesa.

Mas o conversível parou de ser produzido em 2010 no Japão e deixou saudade nos apaixonados por carros. Lá, o veículo era exportado para países como os Estados Unidos, que se transformou no principal mercado do Lexus SC 430. Com um valor estimado em R$ 115 mil, a máquina era adquirida por um grupo seleto de pessoas que não hesitava em pagar para ter o veículo estacionado na garagem.
No entanto, amantes do carro que marcou época possuem uma nova oportunidade de tê-lo novamente nas mãos e, principalmente, na estante entre as coleções de carros. A partir de segunda-feira e até o próximo sábado (dia 20/04) os selos que dizem respeito ao veículo de miniatura serão publicados nas edições do Jornal de Brasília.
O recorte dos sete selos adicionados a R$ 10,90 dará direito de levar para casa aquele que ficou conhecido por um alto desempenho. Para quem perder uma das oportunidades uma edição surpresa trará um selo curinga que poderá substituir um dos selos esquecidos.
Nas ruas
E em razão dos modelos não serem mais reproduzidos, a dificuldade de encontrar um dos Lexus SC 430 circulando pelas ruas da capital se transforma em uma missão desafiadora. Presidente da Associação Veteran Car Club de Brasília, José Paulo Afonso de Sousa é um amante das máquinas do tempo.
Proprietário de 17 veículos, o empresário tem desde a Porsche mais rápida, que chega a 330 quilômetros por hora, passando por clássicos como Mustang, Mercedes Benz, Rolls-Royce e GT 40, até o Fitti V 1967 – carro fabricado pelos irmãos Fittipaldi e no qual o bicampeão de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, ganhou a Fórmula V –, Ford Cobra 1976 e Ferrari 348 de 1994.
Paixão por máquinas
Paulo Afonso costuma utilizar seus carros em dias de sol. A paixão pelas máquinas começou ainda em 1970, quando o empresário morou em Grand Rapids, cidade a 100 quilômetros de Detroit, Estados Unidos, antiga capital mundial do automobilismo. “Gosto muito dos conversíveis, pois com eles posso sentir o ar, a natureza e a presença da liberdade”, confessa esse amante dos veículos mais potentes.

Paulo Afonso destaca que coloca todos os carros na rua e o desejo de qual deles será utilizado depende do dia e do momento. “Escolho pela intuição. Os carros representam meu coração”, afirma.
Há quatro semanas consecutivas o Jornal de Brasília promove a promoção das Máquinas Conversíveis. A primeira miniatura foi o New Beetle Cabriolet, seguido do Jeep Jeepster, Jaguar XK 180 e Citröen C3 Pluriel que começa a ser trocado nesta segunda-feira. Após os selos do Lexus SC3 430, a promoção abre passagem para o Audi TT Roadster, Chrysler Prowler e Corvette 1953.