O Parque da Cidade ficou lotado esta manhã. Várias pessoas participaram da passeata de Combate ao Dia sem Tabaco. A mobilização começou em 1997, this site com intuito de conscientizar a população do mal que mais mata em todo Brasil: o tabaco. Várias pessoas entre médicos, diagnosis assistentes e ex-fumantes participaram da caminhada para comemorar a data e para mostrar os males do cigarro.
Cerca de 80% dos participantes da passeata eram ex-fumantes que conseguiram modificar sua vida, como Adison Lúcio Monteiro, 42 anos. Após 27 anos de submissão à nicotina, ele encontrou uma forma de acabar de vez com a dependência. “Nos primeiros meses de tratamento foi difícil, eu chegava a chorar querendo o cigarro. Era muito forte e sem ajuda eu não iria conseguir”, conta. Hoje, ele pode agradecer ao tratamento que recebeu. Há um ano e quatro meses ele está livre do vício.
Para o médico e coordenador do evento, Celso Antônio Rodrigues, todas as áreas da saúde têm uma parcela de destaque no programa de combate ao tabagismo, orientando não só com medicamentos, mas também com conversas. “Com essa campanha já conseguimos fazer com que mais de 300 pessoas parassem de fumar e isso é muito bom”, destaca.
Problema Mundial
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o cigarro é considerado causa de muitas mortes no mundo. A estimativa é que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres) sejam fumantes. Quase 47% de toda a população masculina e 12% feminina não fumam.