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Brasília

<b>Você Repórter:</b> marginalidade no centro de Taguatinga

Arquivo Geral

28/05/2009 0h00

Assim que começa a entardecer, drugs a marginalidade aparece no centro de Taguatinga. “É cheio de drogas, e só aumenta. Os traficantes estão por todo o centro”, delata o ambulante Thiago Alves.  Moradores locais e pessoas que freqüentam a Praça do relógio, bem em frente à Administração da cidade, reclamam dos perigos que ficam expostos ao atravessar a região.  “As
prostitutas ficam mexendo com as outras mulheres que passam por aqui. Fico muito incomodado”, denuncia o trabalhador Fábio de Albuquerque.

Desde o início dessa semana, três oficiais da equipe montada da Policia Militar vão fazer a segurança da Praça do Relógio e dos arredores até as 21 horas. A presença da PM parece pouco incomodar o tráfico e o consumo de drogas. “Nós fazemos o possível para proteger a população, mas a prostituição, as drogas e os furtos são comuns nessa área”, afirma sargento Canindé – um dos PM´s que faz a vigia.

Muitos moradores querem que os policiais fiquem de plantão 24 horas e que, além do centro, a segurança nas entre quadras também seja reforçada. “Tem que ter ronda a noite toda. Eu me sinto muito desprotegida onde moro”, desabafa Maria Rezende, referindo-se ao Setor QNG, um dos maiores pontos de venda de droga de Taguatinga.

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