Marina Marquez
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Os moradores do Distrito Federal vão continuar com o lixo acumulado nos contêineres e calçadas hoje. Os garis decidiram em assembleia, na manhã de ontem, dar continuidade à greve iniciada na segunda-feira e apenas 30% do efetivo vai trabalhar na coleta e varrição de rua. Além disso, o lixão da Estrutural foi fechado ontem pelos funcionários em greve e deve permanecer com os portões travados, impedindo que caminhões descarreguem o material.
São cerca de 4.500 garis em greve. Funcionários das empresas Qualix e Valor Ambiental, terceirizadas do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU), reivindicam 20% de reajuste salarial e o aumento no tíquete alimentação de R$ 220 para R$ 330. Eles decidiram pela paralisação na semana passada, após a oferta das empresas de 5% de reajuste.
Enquanto a greve durar, serviços como a retirada de animais das calçadas e lavagem das ruas não serão realizados. Apenas a coleta de lixo e varrição é feita em alguns locais da cidade que as empresas determinam, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Urbana do Distrito Federal (Sindlurb), Márcio Luís de Sales. “Enquanto não houver uma proposta que nos atenda, vamos continuar parados. Só trabalham os funcionários que correspondem aos 30% para fazer o serviço básico”, afirma.
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