Os laudos cadavéricos de seis dos sete adolescentes assassinados em Luziânia por Adimar Jesus da Silva comprovam que todos os jovens foram mortos com pancadas na cabeça e enterrados sem roupas.
Os exames foram encaminhados pelo Instituto Médico-Legal do município, ao Ministério Público, com atraso de quatro meses, para que o inquérito possa ser encerrado. Os exames de Diego Alves, 13 anos – primeiro jovem a desaparecer, em 30 de dezembro de 2009 –, ainda não foram apresentados.
Os peritos não conseguiram precisar se os adolescentes sofreram abuso sexual antes ou depois de serem assassinados. Isso se deu devido ao avançado estado em que foram encontrados os restos mortais. Em alguns casos, a ossada estava incompleta.
O titular da Delegacia Regional de Goiânia, Delegado Juracy José Pereira informou que a demora na conclusão do inquérito está relacionada à espera pelos laudos cadavéricos e por outros exames.
Agora, o promotor Ricardo Rangel, do Ministério Público de Luziânia, deve cobrar os resultados dos exames de Diego Alves para dar andamento ao processo.
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