Em coletiva de imprensa realizada no ínicio da tarde desta quarta-feira (9) no Prédio da Direção Geral da Polícia Civil em Brasília, a equipe responsável pelo laudo do Instituto Médico Legal (IML) do triplo homícidio ocorrido em Brasília, fez novas revelações sobre o caso.
De acordo com a equipe, ao contrário do que se afirmava anteriormente, o total de facadas dadas nas três vítimas foi 73 e não 72. Francisca Nascimento da Silva recebeu 22 facadas; Maria Carvalho Villela recebeu 12 e o ex-ministro do TSE, José Guilherme Villela, foi morto com 39 facadas e não com 38.
Ainda de acordo com a equipe, é possível afirmar que todas as vítimas foram mortas a facadas, embora não se saiba ainda se a mesma faca foi usada para todos os crimes. Eles acreditam que pelo tipo de lesões encontradas nas vítimas é bem provável que os assassinatos tenham sido feitos com a mesma ferramenta. Devido ao estado de decomposição dos corpos, pode-se afirmar que as vítimas foram mortas na noite da sexta-feira, mas não se tem certeza quem morreu primeiro.
O resultado do laudo toxicológico de Francisa aponta que ela não foi dopada antes de ser executada. Os laudos de Maria e José ainda não ficaram prontos.
A equipe é formada pelo diretor do IML, Malthus Fonseca; pelo diretor do Departamento de Polícia Técnica, José Ribamar Machado; pela perita, Luciana Satie e polos peritos, Gilberto Pereira Alves e Lúcio Henrique Fonseca.