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Brasília

Latrocínio e acerto de contas são as linhas de investigação de morte de homem

Arquivo Geral

09/08/2012 7h10

Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

 

Latrocínio ou acerto de contas são as duas linhas de investigação tomadas pela Polícia Civil do Distrito Federal para investigar a morte de um homem, ocorrida ontem de madrugada, no setor P Norte, em Ceilândia. A vítima foi baleada três vezes quando estava dentro de seu veículo, que acabou atingindo o portão de uma casa, na Quadra QNP 17. Ninguém foi preso pelo crime, até o fechamento desta edição.

 

Por volta das 5h40, M.S.M, de 29 anos, que trabalhava como gerente de um lava jato, também em Ceilândia, passava com seu veículo pela quadra quando foi atingido pelos três disparos. Segundos depois, o carro invadiu uma casa. Ninguém na residência ficou ferido.

 

A vítima morreu no local. Um dos disparos atingiu o ombro e outros dois a região lombar do rapaz, que morreu antes da chegada do Corpo de Bombeiros. A primeira linha de investigação adotada pelos investigadores leva a crer que a vítima tenha sofrido um roubo. Gotas de sangue foram encontradas sobre o quebra-molas situado pouco antes do local onde o carro foi encontrado.

 

 

 

De acordo com o delegado-chefe da 19ª Delegacia de Polícia (P Norte), Alberto Passos, o gerente pode ter sido cercado pelo autores do crime quando desacelerou o veículo para passar pelo quebra-molas. “Essa é uma das possibilidades. A vítima pode ter descido do carro, levado os tiros e depois tentado fugir com o veículo. Ferido, o rapaz pode ter desfalecido e perdido o controle do carro”, explicou o delegado Alberto Passos.

 

A outra linha de investigação para explicar o crime – acerto de contas – ganhou força depois de alguns depoimentos prestados por amigos e familiares terem sido finalizados. “Algumas pessoas contaram que o rapaz seria usuário de maconha, mas não sabemos ainda se ele havia contraído algum tipo de dívida ou se tinha algum desafeto envolvido com o tráfico de drogas. De acordo com o delegado, a vítima não tinha antecedentes criminais.

 

Antes de ser morto, o gerente estava no lava jato em companhia de alguns amigos que participavam de uma festa regada a cerveja. Quando deixou o local, a vítima ainda deu carona a um amigo que ficou na QNP 13, poucas quadras antes do local onde ocorreu a morte.

 

Todas as pessoas que estavam na festa foram ouvidas em depoimento na delegacia ainda na manhã de ontem.

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