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Brasília

Lançada pesquisa sobre violência nas escolas

Arquivo Geral

08/05/2009 0h00

A Secretaria de Educação do Distrito Federal e a Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (RITLA) concluíram, there na última quarta-feira (6), prostate a pesquisa Revelando Tramas, Descobrindo Segredos: violência e convivência nas escolas. O estudo é resultado de investigação aprofundada das relações sociais e do clima escolar no DF. Uma das constatações foi que um alto índice de alunos da rede pública – cerca de 75% – já vivenciaram violência verbal e xingamentos em sala de aula.
      
O estudo aborda noções abrangentes de violência e procura identificar não apenas manifestações da chamada violência “dura” ou “física”, mas também de manifestações de violência simbólica e microviolências.
      
Para a equipe que fez a pesquisa, coordenada pela socióloga Miriam Abramovay, o retrato exposto no trabalho sintetiza a situação vivida na maioria das escolas públicas brasileiras, daí sua importância também para todo o país.
      
“Pela primeira vez no Brasil e na América Latina, uma Secretaria de Educação procura investigar o que está acontecendo no interior de suas escolas”, observou o Diretor Executivo da RITLA, Jorge Werthein.
      
“Este estudo nos subsidia permanentemente na elaboração e implantação de um amplo projeto de convivência escolar na rede pública”, declarou o Secretário de Educação do DF, José Luiz da Silva Valente.
      
A pesquisa é resultado da parceria entre a Secretaria de Educação do DF e a RITLA, que executam atualmente um Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino. Esse plano tem como objetivo incentivar a boa convivência nas escolas e reduzir as diversas formas de violência presentes nos estabelecimentos educacionais.
      
Metodologia


A pesquisa conjugou metodologias quantitativas e qualitativas para a coleta de dados. De junho a setembro de 2008, foram aplicados cerca de 10 mil questionários para alunos e 1300 para professores e diretores.
      
De junho a dezembro de 2008, foram realizados entrevistas e grupos focais com alunos, professores, equipes de direção, além de policiais e seguranças privados das escolas. Foram realizadas, também, observações de campo por todos os pesquisadores envolvidos na pesquisa.

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