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Brasília

Kiko propõe ‘choque de gestão’ e fim de ‘loteamento eleitoreiro’ no GDF

Questionado sobre como fazer essas mudanças, ele adiantou que pretende diminuir o número de secretarias de estado, bem como a forma de trabalho das pessoas que servem à Administração Pública.

Olavo David

09/09/2026 11h28

kiko caputo sabatina jbr 7

Foto: Bruno Alpino/Jornal de Brasília

Candidato do Partido Novo ao Palácio do Buriti, Kiko Caputo disse, na sabatina do Jornal de Brasília, que pretende dar um “choque de gestão” na máquina pública do Distrito Federal. “O que falta aqui não é orçamento. A gente vai ter para o ano que vem um orçamento de quase R$ 75 bilhões, mais de 40% superior ao de Goiás, mas vejam a situação de Goiás e a situação do DF”, provocou o advogado.

“Goiás tem mais que o dobro da nossa população e tem uma Saúde melhor que a nossa, Educação melhor que a nossa”, completou.

Questionado sobre como fazer essas mudanças, ele adiantou que pretende diminuir o número de secretarias de estado, bem como a forma de trabalho das pessoas que servem à Administração Pública. “A prática é acabar com a corrupção e fazer os funcionários públicos gerirem a máquina pública. A política que está sendo praticada aqui é praticada em detrimento da população”, disparou.

“Há um loteamento eleitoreiro irresponsável dos cargos públicos. Nós temos 33 secretarias [oficialmente, são 32], muitas delas nem orçamento próprio têm”, criticou.

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