O sigilo bancário da professora Christiane Silva Mattos, 37 anos, morta no último dia 28, no Parque da Cidade, foi quebrado. A justiça acatou o pedido da 1ª Delegacia de Polícia, que quer saber se o assassino confesso Walisson Santos Lemos, 23 anos, teve acesso ao dinheiro da vítima que estava na conta após o crime.
O acusado declarou durante um dos depoimentos que teve acesso ao cartão e a senha de Christiane na noite da morte. Ele teria feito dois saques, sendo um de R$ 215 e outro de R$ 800.
Além de relatórios com a rotina financeira da vítima, o banco terá de enviar as imagens dos circuitos fechados de televisão dos estabelecimentos onde foram feitos os respectivos saques.