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Justiça analisa autonomia de academias para contratar personais

Uma suspensão de obrigatoriedade ocorre até que seja analisado o pedido liminar feito pelo SINDAC-DF. O pedido será apreciado após manifestação do DF até 72h

Foto: Agência Brasil

O juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública do DF suspendeu, nesta segunda-feira (24), a obrigatoriedade da Lei Distrital aos estabelecimentos que são filiados ao Sindicato das Academias do Distrito Federal – SINDAC-DF. O sindicato pede uma liminar para que as academias filiadas fiquem desobrigadas a cumprir dois artigos da referida lei, de forma que os estabelecimentos tenham autonomia para contratar personais.

O artigo 2ª, inciso III, da lei 7.058/2022 dispõe que todo consumidor tem direito de ser acompanhado e assistido por profissional de sua confiança. O artigo 2ª, §2º, afirma que poderá ser exigida a apresentação de documento comprobatório da contratação do profissional particular junto ao estabelecimento e de identidade e certidão de regularidade profissional emitida pelo respectivo conselho de classe. O artigo 3ª, por sua vez,obriga as prestadoras dos serviços a afixar, em local visível, a informação de que “O consumidor poderá ser acompanhado e orientado por profissional de sua livre escolha e confiança, sem custo adicional para as partes.”

A suspensão ocorre até que seja analisado o pedido liminar feito pelo SINDAC-DF. O pedido será apreciado após manifestação do Distrito Federal no prazo de 72 horas. O sindicato quer também que o Distrito Federal não aplique qualquer sanção que tenha por fundamento a Lei 7.058/2022. 

Em vigor desde o dia 06/01, a lei dispõe sobre a relação de consumo e a prestação dos serviços de prevenção de doenças, promoção do bem-estar e proteção e recuperação da saúde e da qualidade de vida no Distrito Federal. Os profissionais de educação física estão enquadrados na lei. 








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