O Distrito Federal terá, לאורך de junho, uma mobilização ampliada da campanha Junho Violeta nos 48 polos do programa Viver 60+, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). A iniciativa, voltada à conscientização e ao combate à violência contra a pessoa idosa, prevê oficinas, palestras, rodas de conversa e atividades culturais em diferentes regiões administrativas.
Entre as ações programadas está a Oficina de Identificação de Violência contra a Pessoa Idosa, que será promovida em todos os núcleos do programa. A próxima edição ocorrerá na segunda-feira (15), às 9h, no CEU das Artes do Recanto das Emas, dentro de um café da manhã especial alusivo à campanha. A proposta é orientar os participantes sobre os diferentes tipos de violência, sinais de alerta e canais de denúncia e acolhimento.
Também estão previstas atividades de lazer e convivência comunitária. Na próxima quarta-feira (17), às 9h, haverá um piquenique temático no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga. No mesmo dia, às 14h, será inaugurado o Forró do Junho Violeta, no polo do Viver 60+ instalado no Centro de Convivência do Idoso (CCI).
Ao longo do mês, os núcleos do programa receberão dinâmicas, rodas de conversa, palestras e ações educativas sobre a campanha. No mais novo polo do Viver 60+, inaugurado recentemente no Lago Sul, haverá uma programação especial de cinco semanas consecutivas, sempre às quartas-feiras, com palestras de especialistas sobre qualidade de vida, autonomia e segurança da população idosa.
Entre os convidados estão a psicanalista e doutora em Educação Renata Bittencourt, que falará sobre os desafios e as possibilidades de uma vida ativa após os 60 anos, e a advogada Ilse Guimarães, especialista em Direito da Pessoa Idosa, que abordará respeito, cidadania e garantia de direitos.
A subsecretária de Políticas para a Pessoa Idosa, Dolores Ferreira, afirma que a informação é uma das ferramentas mais importantes para prevenir a violência. Já o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, destaca que a campanha amplia o debate sobre envelhecimento digno e a responsabilidade coletiva na proteção da pessoa idosa.
Instituído para sensibilizar a sociedade sobre a violência contra a pessoa idosa, o Junho Violeta chama atenção para diferentes formas de agressão, incluindo violência física, psicológica, patrimonial, institucional, sexual, negligência e abandono.