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Brasília

Jovem brasiliense vence duas categorias em competição de moda nos Estados Unidos

Arquivo Geral

08/01/2019 13h30

Brenda Abreu
redacao@grupojbr.com

Participar de competições de moda e entretenimento nos Estados Unidos pode ser o sonho de jovens talentosos de todo o mundo, e para a estudante Pietra Oliveira, 17 anos, foi diferente. Dedicada, a brasiliense venceu duas categorias do iPop, concurso americano que aproxima agências renomadas de novos talentos. O evento já foi palco para estrelas como Selena Gomez e Ariana Grande.

Ao saber da competição pela internet, em outubro do ano passado, Pietra se inscreveu sem hesitar. Um dia depois, a organização do evento pediu para a jovem fazer uma audição em um hotel de Brasília, e após ser aprovada, assinou contrato. O sonho começou a se tornar realidade. A viagem para Las Vegas, onde o iPop acontece, no mês de dezembro, já estava programada.

O evento contou com mais de 500 participantes de países como México, China, Itália, África do Sul, Austrália e Inglaterra. “Conheci gente de todo o lugar, agentes importantes, foi muito legal. O coreográfico da Britney Spears estava lá”, conta. Pietra concorreu nas categorias de passarela, em que ficou em primeiro lugar, e modelo revelação do ano, ganhando em segundo.

Além de desfilar e dançar, a jovem estudante participou de diversos workshops e palestras sobre moda. O talento de Pietra despertou interesse em 24 agentes que participavam do iPop. “Ainda estou decidindo se é isso que quero para a minha vida”, afirma. Ela está aguardando o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), pois, fora das passarelas, deseja cursar biomedicina.

A servidora pública Tânia Oliveira, mãe de Pietra, foi a responsável por acompanhá-la na competição. “Foi muito inusitado para mim, eu não esperava. Ela sempre foi uma boa filha e aluna, então fiquei tranquila, porque ela queria muito ir”, diz. Tânia comprou a ideia da jovem e a apoiou em todas as fases.

“Só me chamar que eu vou”

Sobre futuras oportunidades de sucesso, Pietra não hesita. “Só me chamar que eu vou”, dispara. Ainda não fechou contrato com nenhum dos 24 agentes internacionais que se interessaram por seu trabalho, mas não dispensa a profissão voltada para a moda. “Estou aberta a possibilidades”, afirma.

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