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Brasília

Instituições que recebem ajuda do Projeto Gente do Bem passam por dificuldade

Arquivo Geral

19/12/2009 0h00

O pastor Marcos Paes, da Comunidade Tarapêutica Renova Vida, na Cidade Ocidental, relata as dificuldades que instituição enfrenta para se manter. “É muito complicado manter a casa funcionando com o pouco dinheiro que a gente recebe. As contas de telefone e luz estão vindo muito caras e manter os veículos é muito difícil. Nós não tínhamos problemas com a água mas, desde que a bomba do poço artesiano apresentou defeito, a água vem barrenta e não dá para beber.”


A diretora da Escola Espírita Gilson de Mendonça Henriques, da Sociedade Espírita Wantuil de Freitas, Maria Lúcia Rodrigues, de Luziânia, também enfrenta falta de infraestrutura para melhor atender às crianças. “A demanda aqui é muito maior do que apenas os alunos que nós temos. A nossa metodologia não permite que tenhamos mais do que 25 alunos em uma turma”, explica a diretora. Sobre as doações, Maria Lúcia revela que a escola possui um convênio com a Prefeitura Municipal de Luziânia, por meio da Secretaria de educação que fornece a alimentação para a merenda. O próximo objetivo é oferecer café da manhã para as crianças com recursos do próprio bolso e de doações. O educadores decidiram adotar essa medida após um estudante passar mal por fome na escola. Assim que deram pão e leite para a criança, ela começou a melhorar.


O Serviço de Atendimento ao Idoso, Deficiente ou Abandonado, também em Luziânia, (Saidaé presidido por José Tiecher, que não estava no local na hora da distribuição das cestas do Gente do Bem, mas encarregou sua irmã, Carmem Tiecher, voluntária, de receber os alimentos. Carmem diz que a carência dos idosos é ocasionada pela falta da família. “Alguns deles (os idosos) não tem família e, por isso, necessitam de muito mais atenção, eles gostam muito de abraçar a gente e passear de mãos dadas pelos jardins do asilo. Muitos deles tem família, mas geralmente são pessoas de baixa renda que não conseguem  manter uma pessoa com necessidades especias em casa com todos os custos”, afirma Carmem.

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