Dados da Secretaria de Saúde revelam que, abortion desde o início da epidemia, what is ed na década de 1980, pharmacy foram notificados 5,9 mil casos de portadores de Aids no DF. Hoje, cerca de 2,4 mil pessoas estão em uso de remédios anti-retrovirais, que têm diminuído a mortalidade desde 1996. A categoria mais comum de transmissão do vírus no DF é a sexual. Entre os homens, 40% são contaminados por relações homossexuais, 30% por relações heterossexuais e 8,5% por usuários de drogas injetáveis.
Entre as mulheres, 77% são heterossexuais. No Brasil, o número total de diagnósticos de Aids chegou a 506.499 em junho de 2008, segundo informações do Ministério da Saúde. De 1980 a 2008, ocorreram 205.409 mortes por conta da doença. A razão de ocorrência entre os sexos diminuiu no País. Em 1986, eram 15 casos no sexo masculino para um no sexo feminino. Desde 2000, há 15 casos entre os homens para 10 entre as mulheres.
Alguns fatores contribuem para a vulnerabilidade das mulheres à Aids, conforme o Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde: desigualdade nas relações de poder, dificuldade de negociação das mulheres quanto ao uso de preservativo, violência doméstica e sexual, discriminação e preconceito relacionados à raça, etnia e orientação sexual e falta de percepção das mulheres sobre risco de infecção pelo HIV.
Risco para idosos
A análise da série histórica da epidemia mostra que a taxa de incidência entre pessoas acima dos 50 anos dobrou entre 1996 e 2006. Passou dos 7,5 casos por 100 mil habitantes para 15,7. A maioria dos casos de Aids, porém, ainda está na faixa etária de 25 a 49 anos. Dos 47.437 casos notificados desde o início da epidemia em pessoas acima dos 50 anos, 29.393 (62%) foram registrados de 2001 a junho de 2008. Desse último grupo, 37% são mulheres e 63%, homens.
É por isso que a psicóloga Regina Cohen, portadora do vírus HIV, ressalta que o uso do preservativo é fundamental para todas as idades, para prevenir não só da Aids, mas outras DSTs. O mesmo serve para portadores do vírus HIV, que podem ser recontaminadas. Regina trabalha no Núcleo de Atenção às Vulnerabilidades Sociais, da Secretaria de Desenvolvimento Social, onde é respeitada. “É estranho conhecer uma pessoa portadora de Aids como eu, que trabalha, é casada e é feliz.”