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Brasília

HRT remove da unidade mais de 2,5 mil móveis e equipamentos quebrados

Recolhimento estava interrompido há um ano, e os itens estavam a ocupar pátio e corredores da unidade de forma desnecessária

Willian Matos

25/09/2019 13h26

Foto: Mariana Raphael/Saúde-DF

Da redação
redacao@grupojbr.com

A equipe do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) retirou da unidade 2,5 mil itens desnecessários. Agora, objetos e móveis como mesas quebradas, armários enferrujados e camas degradadas não ocupam mais pátio e corredores do local.

A chefe do Núcleo de Patrimônio e Documentação Administrativa, Mariana Diniz Ferreira, explica como está funcionando a limpeza do local. “Há mais de um ano não havia recolhimento regular. Desde março, foram 16 caminhões e dois furgões encaminhados aos galpões da Diretoria de Patrimônio, e ainda temos agendadas mais três cargas para setembro”, informa.

Para que todos esses materiais pudessem ser retirados de dentro do Hospital de Taguatinga, houve a colaboração da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap), vinculada à Secretaria de Segurança Pública e Paz Social, e de funcionários da empresa terceirizada que realiza o serviço de limpeza da unidade, além dos servidores.

A limpeza do HRT faz parte de uma ação da Secretaria de Saúde (SES-DF), que está recolhendo os itens das unidades do DF. Os objetos e móveis não têm como receber reparos e consertos para serem utilizados por pacientes e servidores e, por isso, sendo retirados para, futuramente, serem leiloados pela Secretaria de Economia.

Distrito Federal

Em um comparativo sobre o recolhimento feito no mês de agosto de 2018 com o mesmo período deste ano, constatou-se um aumento de 357%. Entre os dias 21 de julho e 21 de agosto de 2018 foram recolhidos apenas 987 itens, enquanto no mesmo intervalo de tempo em 2019 esse número subiu para 3.525. As unidades que mais recolheram foram o Hospital de Base, que registrou 935 itens, o Hospital Regional de Sobradinho, que retirou 791 objetos, e o HRT, com 677 bens inservíveis recolhidos.

“Esse aumento no recolhimento de bens inservíveis se deu em razão da disponibilização de espaço no Parque de Apoio para desfazimento e recebimento de bens permanentes”, esclareceu o diretor de Patrimônio da Secretaria de Saúde, José Andrade Júnior.

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