Uma briga pessoal pode atrasar ainda mais as soluções para os problemas do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Nesta segunda-feira (30), o diretor do hospital, Evandro Oliveira Silva, resolveu se defender das críticas feitas por Fabíola Nunes, secretária de saúde, ao defender a Real Sociedade Espanhola Beneficência, que administra a unidade.
O pagamento a gestora do HRSM foi suspenso temporariamente na última sexta-feira (26), após o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) divulgar o relatório que apontou irregularidades no Hospital. Assim o lucro seria reduzido da organização social por meio de descontos dos serviços não prestados.
Mas o fator principal é que o HRSM funciona atualmente sem 20% dos serviços oferecidos, entre eles estão consultas e cirurgias eletivas. Sem o repasse dos atrasados- já somam R$22,8 milhões-, mais procedimentos podem ser cortados. A população da cidade já sofre há dois meses com a falta de equipamentos e medicamentos. A Secretaria de Saúde tem até dez dias para resolver o problema.