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Brasília

Grileiros são presos por tentarem vender terrenos irregulares por R$ 10 mi

Arquivo Geral

25/01/2013 16h27

Dois grileiros foram presos ao tentarem vender terrenos irregulares nas proximidades da Floresta Nacional. A operação foi uma ação conjunta da Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) com a Delegacia de Meio Ambiente (Dema), que conseguiu identificar a área é de preservação permanente, alvo dos suspeitos. Segundo a Seops, os eles prentendiam lucrar R$ 10 milhões, na venda de 265 lotes, divididos em 24 hectares.

 

 

O terreno alvo da ação dos grileiros, fica situado em Taguatinga, em uma região conhecida como Núcleo Rural 26 de Setembro, considerada vereda com minas d’água.

 

 

Os suspeitos foram descobertos com identificações definidas para que tudo demonstrasse estar na mais perfeita legalidade. Um deles se passava por corretor de imóveis, porém, não possuia registro no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do DF (Creci-DF) – o documento é indispensável para exercer a profissão. Ele acabou confessando o esquema na delegacia, foi preso em flagrante e irá responder por parcelamento irregular do solo e crime ambiental.

  

 

O outro suspeito se dizia dono do terreno. Ele foi encaminhado ao Departamento de Polícia Especializada (DPE) e indiciado pelos crimes, no entanto, foi liberado por não haver provas suficientes para prendê-lo em flagrante.

 

 

Grande parte dos loteamentos eram de 400 metros quadrados. Alguns, no entanto, chegavam até mil metros quadrados. Os valores variavam entre R$ 38 mil e R$ 42 mil. A área já contava com postes de iluminação e duas ruas abertas. A divisão do terreno seguiria o projeto piloto de Brasília, sendo dividido por quadras, com lotes para residência e comércio. O caso está sendo investigado.

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