Apesar da notificação sobre a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), os servidores da saúde do Distrito Federal afirmam que a partir desta quinta-feira (7) a greve será intensificada.
Segundo o SindSaúde, a decisão foi tomada depois que o GDF se recusou a receber a comissão formada para negociar um acordo para o fim da greve. Uma outra assembléia geral com a classe será feita no dia 7 de julho, na Praça do Buriti, às 10h da manhã.
Na ultima assembléia que teve nesta segunda-feira (4), os servidores da saúde tinham votado pela radicalização da paralisação. Esta radicalização vai implicar na paralisação de servidores de emergências, lavanderias e DDIs (Divisão de Documentação e Informática.
Reivindicações
A classe, que não inclui médicos e enfermeiros, reivindica aumento de 34% do auxílio-alimentação (de R$ 199 para R$ 304), o repasse imediato do percentual de reajuste do Fundo Constitucional do DF, a implantação do plano de carreira, cargos e salários da categoria, e a oferta de plano de saúde. Os profissionais de saúde pedem também a incorporação aos salários da Gratificação por Apoio Técnico Administrativo (Gata) e a redução da carga horária para 20 horas semanais.