Da Redação
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Mesmo com a liminar expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), determinando que os policiais civis retornem normalmente às suas atividades sob multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento, a categoria permanece em greve. O presidente em exercício do Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal (Sinpol-DF), Ciro de Freitas, não descarta a possibilidade de a categoria assumir uma postura ainda mais rígida, parando, inclusive, com os serviços essenciais.
Ontem, o Sinpol entrou com recurso no TJDFT. Independentemente do resultado, alega que apenas uma assembleia tem o poder de determinar o fim de uma greve. O Tribunal, que considerou o movimento ilegal, deve dar uma resposta para o recurso ainda hoje.
Os próximos passos sobre a continuidade da greve dos policiais civis serão discutidos amanhã, em uma assembleia que tem início às 15h, em frente ao Ministério do Planejamento. “Se não houver proposta de acordo por parte do Governo Federal, nós vamos estudar a possibilidade de adotarmos uma postura mais rígida, parando com todos os serviços da nossa categoria”, disse Ciro de Freitas. “Infelizmente, a greve é o nosso único meio de protesto”, justifica.
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