O governo Lula se encerrou no último dia 31 com um saldo de aprovação de quase 90%. Simultaneamente à posse de Dilma Roussef na Presidência da República há o início da fase que proporcionará o distanciamento necessário para analisar o que os atos de Lula representaram ao País. Para dar a virada prometida desde seus tempos de sindicalista, por exemplo, o ex-presidente reequipou vários órgãos públicos, promovendo concursos públicos em diversos setores.
Durante a gestão do presidente Lula (2003 a 2010) foram admitidos, de acordo com a edição de setembro do Boletim Estatístico de Pessoal, 147.939 servidores para órgãos federais distribuídos em todo País. Na gestão anterior (1995 a 2002), do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foram admitidos 51.613 servidores – porém, é importante destacar que vários órgãos e carreiras só foram criados ou estruturados na administração seguinte, caso das agências reguladoras, por exemplo.
Os concurseiros são dos brasileiros que têm mais motivos para comemorar essa estatística. Como avalia Carlos Eduardo Guerra, especialista em concursos e diretor do Centro de Estudos Guerra de Moraes: “O balanço do governo Lula foi extremamente positivo nessa área. No governo Fernando Henrique havia concursos para as carreiras típicas de Estado, como segurança pública, área jurídica e diplomacia, enquanto no governo Lula houve uma reestruturação do Estado, então houve concursos públicos em todas as áreas”, explica.
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