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Brasília

Governo diz que sequestro relâmpago caiu 41% no DF

Arquivo Geral

04/04/2013 8h00

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal anunciou uma redução de 41% nas ocorrências de roubo com restrição de liberdade da vítima, o chamado sequestro relâmpago. De acordo com a  secretaria, em março, foram registradas 43 ocorrências contra 78 ocorridas no mesmo mês do ano passado.

No acumulado do ano, a tendência de queda permaneceu com 23%. Ao todo, entre janeiro e março deste ano, foram registrados 158 casos, contra 207 no trimestre anterior.

 

Segundo a secretaria, pela primeira vez, as forças de segurança conseguiram se antecipar à ação dos bandidos, com a ajuda do policiamento ostensivo e das análises criminais. Com isso, prenderam 40 autores de roubo com restrição nos primeiros três meses deste ano. Apenas em março, 18 criminosos foram detidos pela prática do crime. “Sabemos da dificuldade em prender esses bandidos em flagrante, mas com o trabalho integrado que as polícias Civil e Militar fazem, estamos conseguindo mais uma vitória para a segurança pública e para a população do Distrito Federal”, destacou o secretário de Segurança Sandro Avelar.

 Produtividade

Outro ponto das análises criminais produzidas pela pasta aponta a produtividade policial alcançada no combate ao chamado sequestro relâmpago. Dos 35 veículos roubados no mês de março, 21 foram recuperados, o que representa 60% de localização. Foi possível identificar que os veículos mais visados pelos criminosos são carros populares, contrariando a ideia de que o roubo com restrição é praticado visando veículos caros e encomendados.

 

Outros crimes

 

“Na verdade, verificamos que os veículos são roubados para a prática de outros crimes e que as vítimas são levadas para garantir a incomunicabilidade com a polícia.  Vale destacar que 80% dos casos tratavam-se apenas de roubo de veículo”, explicou Avelar.

 

Segundo o estudo, em março, 69% das vítimas de roubo com restrição eram homens. A escolha da vítima é baseada no princípio da oportunidade, com escolha aleatória e não em função do gênero, como se supunha.

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