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Brasília

Gêmeos são presos após vender skunk escondida em maço de cigarros no DF

Irmãos de 21 anos foram flagrados em distribuidora no Recanto das Emas; polícia apreendeu drogas, dinheiro e máquinas de cartão

João Victor Rodrigues

28/08/2026 9h59

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Foto: PCDF

Uma distribuidora de bebidas foi alvo de uma ação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) após ser identificada como ponto de venda de drogas no Recanto das Emas. Dois irmãos gêmeos, ambos de 21 anos, foram presos em flagrante no fim da tarde desta quarta-feira (26), durante uma operação da 27ª Delegacia de Polícia. Segundo as investigações, o comércio era usado para a venda contínua de entorpecentes.

A investigação começou após denúncias apontarem os dois irmãos como responsáveis pelo comércio de drogas no estabelecimento localizado na Quadra 404. Durante o monitoramento, agentes da Seção de Repressão às Drogas (SRD) observaram uma movimentação frequente de pessoas que chegavam a pé, de bicicleta e de carro. Os pagamentos eram feitos em dinheiro ou por máquinas de cartão, enquanto os compradores deixavam o local sem adquirir produtos da distribuidora.

A polícia acompanhou uma dessas negociações na quarta-feira. Um jovem de 18 anos entrou no estabelecimento, conversou com um dos suspeitos e comprou uma porção de skunk por R$ 20, escondida dentro de um maço de cigarros de palha. Abordado pouco depois, o rapaz confirmou a compra e relatou que já havia adquirido drogas anteriormente no mesmo ponto. Com a confirmação da negociação, os investigadores entraram no estabelecimento e prenderam os dois irmãos.

Durante as buscas, foram encontradas 13 porções de skunk, oito de cocaína em pó e duas de haxixe, além de R$ 2.122 em dinheiro. Também foram apreendidas duas máquinas de cartão, dois celulares iPhone, câmeras de segurança, modem de internet, uma tesoura com vestígios de drogas, documentos comerciais e uma motocicleta. Os irmãos tiveram a prisão em flagrante confirmada pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico e foram encaminhados à Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP/PCDF), onde permanecem à disposição da Justiça.

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