No dia 22 de abril, Irislene Barboza andava pela quadra 5 do Varjão quando sentiu uma pancada na cabeça. Ferida, ela foi ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Diante da suspeita de ferimento provocado por uma pedra, o médico apenas suturou a cabeça da paciente.
Dias depois e ainda sentindo dor, a garçonete de 20 anos decidiu procurar novamente atendimento médico, no mesmo hospital. Os médicos aconselharam uma microcirurgia, diante do diagnóstico de um cisto no local. A jovem voltou para casa e continuou a sentir dores na cabeça.
No último domingo (11), ela percebeu que um objeto metálico era expelido no local do ferimento. Voltou ao médico e, após dois diagnósticos errados, a mulher descobriu que tinha uma bala alojada em sua cabeça. Segundo informações de policiais, a suspeita é de que ela tenha sido atingida por uma bala calibre 38.
A preocupação agora é com a retirada do projétil. Médicos aconselharam a jovem a realizar uma operação antes que a bala fosse encontrada. De acordo com o médico que diagnosticou a mulher, existe a possibilidade do artefato sair sozinho, mas Irislene prefere se ver livre do problema o mais rápido possível.
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