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Brasília

Galinho de Brasília abre a folia com muita animação

Arquivo Geral

02/03/2014 8h30

O Carnaval brasiliense começou com ameaça de chuva, mas, acima de tudo, com alegria. O Galinho de Brasília manteve a tradição, com muitas famílias e crianças. O tempo chegou a incomodar, mas no fim da tarde a água parou de cair e não foi problema para quem queria curtir a festa. 

O percurso foi o mesmo do ano passado, com a concentração começando no Setor de Autarquias, ao lado da Polícia Federal, passando pela 203 Sul, e, por fim, indo em direção ao Granfolia, perto do Museu Nacional. 

Como já é de praxe em festas de Carnaval, o spray de espuma foi ferramenta indispensável no Galinho, sendo usado até por adultos. Quem não quis curtir o frevo dançava funk tocado em carros com som alto.

Fantasia

Por ter sangue pernambucano, o pequeno Luís Augusto, de três anos, foi levado pelos pais, Fábio Augusto Melo, sociólogo, e Fabiana Silva, empresária, para curtir o bloco de rua. Segundo a mãe do menino, a preferência pela fantasia de presidiário foi por conta das outras disponíveis. “Resolvemos alugar essa porque as outras só tinham heróis americanizados. No ano passado, ele veio de Chapolin Colorado. E criança tem que vir fantasiada”, defende Fabiana. 

 

As adolescentes também marcaram presença. Um grupo de cinco amigas estava gostando bastante da festa. Segundo a estudante Maria Luísa Pires, 17 anos, o Carnaval é uma maneira de esquecer da vida. “Acho sensacional, porque é um momento onde todo mundo está animado e é um jeito de unir as pessoas. Venho desde pequena no Galinho”, contou.

Alegria que vem de fora

A estudante Vitória Viana Guimarães, de 15 anos,   mora em Formosa e, como está na capital, aproveitou para  conhecer a festa. “Tenho parentes em Brasília e estou sempre aqui. Gosto muito de blocos de rua”, disse.

Também veio de fora, só que de mais  longe, o geógrafo Natal Ortega, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Ele se disse surpreso sobre o que encontrou em Brasília, onde tem amigos. “Estou achando maravilhoso e pretendo voltar outros anos. Aqui está muito melhor do que Campo Grande, que também é uma cidade sem tradição no Carnaval. Achava que em Brasília fosse mais fraco”, contou o integrante do cordão do Saruê Encarnado, grupo criado por amigos.

Onde o babydoll é uniforme masculino


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