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Brasília

Fundo de saúde da PM não garante boa prestação de serviço para os policiais militares

Arquivo Geral

12/02/2011 10h43

Cristina Sena

cristina.sena@jornaldebrasilia.com.br

 

Todos os meses, policiais e bombeiros militares do Distrito Federal têm 2% da renda descontados para o Fundo de Saúde. O recurso deveria ser utilizado para manter a assistência médica e odontológica prevista em lei. No entanto, os servidores reclamam da demora no atendimento nas policlínicas das corporações.

 

Só na PM, a arrecadação para a assistência é de R$ 13 milhões. Dez vezes menor que o valor destinado pelo Fundo Constitucional para a atenção à saúde dos quase 15 mil policiais e seus familiares, que é de R$ 137 milhões. Mesmo assim, a Policlínica da PM funciona em estrutura precária, com apenas 54 médicos para mais de 100 mil pacientes. 

 

No entanto, segundo  o diretor de Comunicação Social da Associação dos Oficiais da PM e Bombeiros Militares da Reserva, coronel João Vítola, a maioria está em funções administrativas. “Deve haver somente dez médicos nos consultórios”. Pela manhã, longas filas se formam para as especialidades de cardiologia, pediatria, ortopedia, entre outras.

 

Leia a matéria completa na edição deste sábado (12) do Jornal de Brasília

 

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