Bruna Torres
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OHospital São Vicente de Paulo (HSVP) atende, por mês, aproximadamente quatro mil pacientes com distúrbios mentais e sofre com superlotação nas alas, falta de manutenção e de equipamentos médicos básicos, além de ter a estrutura precária e número insuficiente de servidores. A luta por melhorias existe desde 2001, mas a situação só mudará quando existir serviços substitutivos em todo o Distrito Federal, que conta apenas com seis Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
O São Vicente, construído em Taguatinga Sul, foi idealizado para atender certa quantidade de pacientes por mês, tratá-las em momento de crise, para conter o problema, e liberá-las, para que recebam acompanhamento nos CAPS, atenção de saúde mental nos Postos de Saúde da Família (PSFs), além de serem atendidos por outros programas. Nas alas do hospital, feminina e masculina, existem 41 e 43 leitos respectivamente, e em cada uma delas estão internados mais de 70 pacientes, ocasionando a superlotação. Com isso, muitos dividem camas e até colchões no chão. Os lençóis para cobri-los e as roupas para os internos também faltam.
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