Menu
Brasília

Fiscalização contra ocupações irregulares passa por quatro cidades

Arquivo Geral

20/03/2014 18h00

Quatro regiões administrativas receberam fiscalizações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo do DF nesta quinta-feira (20). Chegou a cinco a quantidade de remoção de obras para futuras moradias. Cercas, fundações e cisternas também foram alvos durante a ação.

A maior parte das estruturas foi retirada de três condomínios no setor Ponte Alta Norte, região rural do Gama. Foram duas fundações, uma obra com paredes levantadas, duas cisternas e 150 metros de cercas em zinco. Tudo foi detectado ontem durante vigilância dos agentes operacionais.

“Nosso objetivo é frear a expansão de construções ilegais pelo DF, impedindo as ilegalidades ainda no estágio inicial das obras. A Ponte Alta, em especial, está em processo de regularização e a Justiça restringe o crescimento do setor”, afirma o subsecretário da Seops, Nonato Cavalcante.

Outra frente de atuação esteve em Vicente Pires. Enquanto a equipe monitorava os condomínios residenciais do setor, durante a manhã, duas construções, uma em madeira a outra em alvenaria, acabaram encontradas. Como não havia autorização, as estruturas foram erradicadas da Chácara 102, da Colônia Agrícola Samambaia.

Também recebeu a operação a Chácara Santa Luzia, na Cidade Estrutural. Apenas uma obra foi ao chão.

A mesma quantidade acabou removida no Assentamento 26 de Setembro, localizado entre Taguatinga e Brazlândia, em continuidade à ação realizada no último dia 13, quando cinco construções acabaram retiradas.

Um dia antes oito pessoas seguiram detidas à Delegacia do Meio Ambiente por resistência qualificada – Artigo 329 do Código Penal. Se forem condenadas, podem pegar até três anos de reclusão.

“As pessoas tentaram frustrar as últimas operações no Assentamento 26 de Setembro, uma área que sofre tentativas de grilagem de terras e onde o Governo mede esforços para prender os culpados e controlar a expansão”, diz o subsecretário.

O setor possui área de mananciais e fica próximo aos limites da Floresta Nacional.

As operações contaram com o efetivo de 130 servidores da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, da Terracap, do SLU e da Caesb, coordenados pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e Agefis.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado