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Brasília

Fibra pede para que obras não parem

Arquivo Geral

04/12/2009 0h00

Os presidentes das entidades que representam o setor produtivo do DF – Federação das Indústrias do DF (Fibra), Federação do Comércio do DF (Fecomércio), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Federação das Associações Comerciais e Industriais do DF (Faci/DF), Federação da Agricultura e Pecuária do DF (Fape), Federação de Transporte de Cargas (Fenatac), do Conselho Regional de Economia (Corecon), da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/DF), da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), do Sebrae/DF e dos sindicatos filiados à Fibra reuniram-se, nesta sexta-feira (04/11), na sede da Fibra, para analisar o impacto da atual crise política na economia local, definir um posicionamento unificado e apresentar propostas que minimizem os seus reflexos sobre a atividade econômica do Distrito Federal.


Ao final da reunião, as entidades presentes divulgaram a seguinte nota:


As entidades representativas do setor produtivo do Distrito Federal, abaixo-assinadas, manifestam sua preocupação com os reflexos que o cenário político local pode provocar na economia e no emprego do Distrito Federal.

 As entidades de representação patronal não têm como fim precípuo o envolvimento em questões de natureza político-partidária, mas reafirmam a defesa dos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e economicidade que garantem a transparência na administração pública e nas suas relações com o setor privado.

 Acima de qualquer avaliação ou juízo sobre o mérito da crise política, reafirmamos nossa preocupação exclusiva com os seus reflexos na economia e no emprego do Distrito Federal.
 O GDF é responsável por 25% de toda a riqueza gerada no DF. A maioria dos setores econômicos do DF são fornecedores do GDF e qualquer mudança administrativa e retração na atividade econômica governamental gera apreensão e repercute nas relações econômicas e na cadeia produtiva, com reflexos negativos na demanda por bens e serviços, no faturamento das empresas, no fluxo de caixa das empresas e, consequentemente, no emprego.


Neutralizar esses reflexos é a nossa maior preocupação.
 No momento em que a economia do Distrito Federal vem dando sinais concretos de que se recupera dos efeitos da crise econômica internacional, não podemos permitir, em hipótese alguma, que a crise política paralise a atividade econômica e contamine o futuro da cidade, retardando ou paralisando projetos importantes, como os investimentos em infraestrutura, a programação dos 50 Anos de Brasília e projetos estruturantes do porte do Parque Tecnológico Cidade Digital, do Parque de Biotecnologia, do Parque de Saúde, do Centro Financeiro, entre outros.

 O setor produtivo se posiciona de forma firme e contundente em defesa da economia e do emprego no Distrito Federal, sem solução de continuidade dos projetos e ações em andamento, com os olhos voltados para a construção de um futuro melhor para todos os brasilienses.  E espera que os poderes constituídos e a sociedade civil organizada se mobilizem para adotar as medidas necessárias e urgentes para apurar as denúncias, assegurado o direito de ampla defesa, repudiar os radicalismos, garantir a governabilidade, o pleno funcionamento e a agilidade da máquina administrativa, a segurança e a continuidade dos trabalhos legislativos e a manutenção da atividade econômica de nossa cidade em sua plenitude.

 O setor produtivo do Distrito Federal permanece mobilizado, acompanhando a evolução e os desdobramentos da crise, contribuindo para a união da sociedade e a preservação da auto-estima de todos os brasilienses.
 Brasília não pode parar!


 

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