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Brasília

Falta paz na rodoviária de Brazlândia

Arquivo Geral

30/06/2010 8h26

 

Bruna Torres

bruna.torres@jornaldebrasilia.com.br

 

 

Pegar ônibus ou frequentar o comércio da Rodoviária de Brazlândia sem ser incomodado pelos moradores de rua atrás de esmolas é quase impossível. Eles costumam pedir dinheiro para comprar bebida alcoólica e esperam por doações de comidas e roupas. Quem precisa caminhar pelo terminal sente medo e a cada dia o movimento dos estabelecimentos cai. A administração tem cobrado maiores operações, em conjunto com órgãos como Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest) e Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops).

 

“Eles pedem dinheiro nos estacionamentos, atrapalham, e até já soube que se matam. Os banheiros aqui também são sujos, incapacitados de serem usados. Acho que é um problema do sistema que não cuida direito. A culpa não é só dos mendigos”, acreditam Silvia Cristina dos Santos, 43 anos, e Jurcélia Pereira, de 42, ambas promotoras de venda.

 

Alguns dos moradores de rua são agressivos, outros tranquilos e só se preocupam com a bebida. Um deles, que tem 33 anos e não quis se identificar, contou que veio da Bahia pois a família é toda de Brasília, mas não encontrou trabalho e acabou na rua. “Às vezes os populares ajudam, dão comida, verduras e a gente faz comida. Mas é melhor pedir do que roubar”.

 

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (30) do Jornal de Brasília

 

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