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Brasília

Falta de estacionamento: alívio ainda vai demorar

Arquivo Geral

24/01/2013 7h31

Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

Para quem sofre com a falta de vagas nos estacionamentos públicos do Distrito Federal, a promessa de melhoria existe e é bastante aguardada. A falta de espaço adequado para estacionar não está restrita à área central de Brasília, mas também está presente em cidades  como Ceilândia, Taguatinga e Sudoeste que, embora  não tenham o mesmo fluxo de carros da zona central do Plano Piloto, já apresentam os problemas crônicos. A situação foi mostrada pelo Jornal de Brasília em reportagem da edição de terça-feira. Ao JBr, as administrações das cidades informaram os projetos para solucionar o problema. Pelo que tudo indica, alguns vão demorar para sair do papel.

 

Quem deseja acessar a área comercial do Sudoeste costuma passar um sufoco para encontrar vagas, e muitos acabam recorrendo às filas duplas. Para amenizar o transtorno, a Administração Regional do Sudoeste e Octogonal alega que há um projeto de construção de estacionamentos. Entretanto, é aguardada a aprovação da Secretaria de Habitação  (Sedhab), uma vez que a cidade está em área tombada. Após essa etapa, será dado início ao procedimento licitatório para a execução das obras.

 

Ceilândia

 

Longe do Plano Piloto, mas com problemas semelhantes, Ceilândia é uma das cidades com o maior número de habitantes. Ali, não há perspectiva de criar novos espaços para os carros – com exceção do estádio Abadião, onde serão entregues 230 vagas até fevereiro.

 

 Segundo a assessoria da regional, desde 2011 foram construídas cerca de mil vagas na cidade, o que corresponde a mais de dez mil metros quadrados.

Entretanto, a administração argumenta que a cidade não possui um grande problema de vagas. Porém, não é essa a realidade flagrada pela reportagem. Na Feira de Ceilândia,  motoristas se queixam do tempo de espera por uma vaga. Nas proximidades deste espaço, a administração destaca que foram acrescentados 200 metros de estacionamento.

 

Em Taguatinga, a situação é ainda mais difícil. O deficit de estacionamento  ocorre no centro, nas avenidas comerciais e   Samdus. De acordo com a administração, há estudos de todas as áreas que necessitam de novas vagas e as soluções já estão encaminhadas ou sendo licitadas.

 

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