Da Redação
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A Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB) continua fechada. A greve do pessoal administrativo, que já dura quatro meses, prejudica alunos que precisam da biblioteca para estudar e pegar livros emprestados. Os servidores da universidade reivindicam o pagamento dos 26,05% referentes à Unidade de Referência de Preços (URP) que foram retirados dos seus salários.
Segundo Cosmo Balbino, coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub), a greve é legítima, mas não abusiva. “Esses 26,05% conquistamos na Justiça. Nós não estamos sendo abusivos”, comenta. A expectativa é de que a greve continue até o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que não tem data para ocorrer.
Enquanto servidores e Justiça não se entendem, os alunos sofrem com a falta de um lugar para estudar. Lucas Brasilino utiliza a biblioteca para estudar para concursos públicos, mas ao chegar lá encontrou as portas fechadas. “Eu sabia da greve, mas não que a biblioteca ainda estava fechada”, diz. Para ele, a greve é necessária mas atrapalha quem precisa estudar. “A biblioteca é muito importante. É uma perda para a sociedade”, desabafa Lucas.
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