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Brasília

Estudantes de Brasília embarcam rumo à Rússia para cursar Medicina

Arquivo Geral

17/04/2013 18h04

“Eu gosto muito de viajar, conhecer novos lugares e me aventurar. Meu sonho sempre foi fazer medicina e, de preferência, em outro lugar que não fosse a minha cidade natal”, afirma a estudante Suellen, de Brasília. Por meio da Aliança Russa, a estudante de 23 anos embarca dia 2 de maio com William Matheus e mais doze estudantes de todo o país, para cursar Medicina em Kursk, na Rússia.  Na mesma data, outros cinco alunos seguem para Belgorod, para a realização da Faculdade Preparatória em Russo, com duração de quinze meses. Após a conclusão, os estudantes poderão escolher entre Medicina e Relações Internacionais.     

 

A jovem conta que conheceu a Aliança Russa em 2007 e desde então passou anos pesquisando sobre o assunto. “Os fatores determinantes para a minha decisão foram os valores atrativos do curso, custo de vida e o incentivo que o país dá aos estudantes estrangeiros”, diz.

 

Em Kursk, os catorze alunos também passarão por um curso preparatório. Com duração de três meses, eles terão aulas de ciências biológicas em inglês e farão um curso básico de russo. Além de Suellen Oliveira e William Matheus, do Distrito Federal, a Aliança Russa selecionou pessoas do Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Goiás, Rondônia e Rio Grande do Norte, para estudar em Kursk; e estudantes de São Paulo, Minas Gerais e Ceará, para a Faculdade Preparatória de Belgorod.

 

A estudante fala com entusiasmo sobre sua viagem e afirma que escolheu sua profissão por uma única razão. “Minhas expectativas são as melhores possíveis. Escolhi medicina, pois acho que eu tenho o dom para atuar nessa área”, finaliza.

 

Estudo reconhecido

 

A Aliança Russa é representante oficial das principais universidades russas no Brasil desde 2005. Seu trabalho consiste na seleção dos candidatos, no processo de orientação da faculdade, na obtenção da documentação necessária para permanência legal no país, inscrição na universidade e assessoria durante a viagem até a chegada do estudante ao destino.

 

Ao voltar para o Brasil, o estudante submete o diploma adquirido ao processo de reconhecimento em uma universidade brasileira, um procedimento padrão para qualquer brasileiro que faça graduação em centros de ensino estrangeiros. Desde 2010, o chamado Diploma Único de Estudos Superiores da Europa, do qual a Rússia faz parte, passou a valer conforme o Tratado de Bolonha. Seu objetivo é facilitar a mobilidade dos estudantes e profissionais do ensino superior da Europa.

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