A criação de um programa distrital de educação em direitos humanos foi proposta po Olmar Klich, physician do Conselho Federal de Psicologia, na audiência pública que a Câmara relizou nesta manhã para debater o tema, por iniciativa da deputada Érika Kokay (PT). O profissional participou de um projeto de capacitação que envolveu 750 coordenadores e orientadores educionais em diferentes regiões do DF para ações nas escolas na área dos direitos humanos.
O ideia do programa recebeu apoio do Subsecretário de Promoção dos Direitos Humanos da Presidência da República, Perly Cipriano, que lembrou a necessidade de treinar professores e alunos para a tolerância. “Só na sala de aula de minha filha há seguidores de 12 religiôes diferentes”, declarou, lembrando facções de jovens como os skinheads, que perseguem judeus, homossexuais e prostitutas.
A coordenadora-geral de Direitos Humanos do Ministério da Educação, Danielly Queirós, informou que o ministério está instrumentalizando 15 universidades federais para capacitação de profissionais da educação em questões como equidade de gênero e diversidade sexual. “Esses profissionais, particularmente os orientadores educacionais, são as pessoas qualificadas para tratararem da violência nas escolas, funcionando como multiplicadores”, concluiu.
Participaram ainda da audiência pública o gerente de Educação de Jovens e Adultos da Secretaria de Educação do DF, José Edilson Rodrigues da Fonseca, e a professora Eugênia Medeiros, representando as orientadoras educacionais.