Mariana Rosa
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O Parque Lago do Cortado, em Taguatinga, tem uma particularidade em relação aos outros. Fica aos cuidados do Grupo Escoteiro de Taguatinga desde 2002. O local é uma área de preservação ambiental que abriga cachoeiras e mina de água.
Antigamente, funcionava na região o centro de triagem da Secretaria de Ação Social. Devido a dificuldades de manutenção, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) – administrador do parque – remanejou para os escoteiros os cuidados com o local.
A região não é destinada à caminhada, nem é um local com brinquedos para crianças. As atividades oferecidas são trilhas, banhos no córrego, e ecoturismo, opções abertas à comunidade. Porém, não há estrutura para visitantes, como banheiros ou pista de cooper e bicicleta. “Para o escotismo é ideal. Precisamos de muito contato com a natureza. Até porque, ajudamos a preservá-la”, explica o chefe de grupo, Alexandre Bittencourt, 37 anos.
Existia um projeto de reforma do parque. Foi criado em 2007 e previa represar o córrego e formar um lago. Entretanto, houve muita resistência, tanto da população quanto dos ambientalistas. A última ação de manutenção realizada foi o cercamento de todo o Lago do Cortado.
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