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Brasília

Em abril, inadimplência no DF fica em 2,81%

Arquivo Geral

04/05/2015 16h27

Um pequeno recuo na inadimplência pode ser um sinal de estabilidade, “não se trata de uma recuperação, só mostra que os consumidores tiveram um pequeno alívio na pressão inflacionária e conseguiram pagar algumas dívidas”. A avaliação é do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), entidade que representa o Varejo da capital, Álvaro Silveira Júnior, com relação ao índice de inadimplência do mês de abril, que fechou em 2,81%.

Após sete altas consecutivas, o índice do último mês retrocedeu apenas 0,2 pontos percentuais, se comparado ao mês de março (2,83%). Em setembro de 2014, (1,68%), começaram os primeiros sinais de alta, seguindo assim em outubro (2,17%); novembro (2,12%), dezembro (2,67%). Em 2015, janeiro teve 2,72%, fevereiro 2,79% e março 2,83%. Paralelamente, a inflação e o dólar subiam de maneira avassaladora.

A redução na intensidade da inflação, passando de 0,93% para 0,71%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), prévia divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no dia 23 de abril, aliviou o bolso do contribuinte. Quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram decréscimos. Além do grupo habitação, caiu a velocidade de aumento de preços nos seguintes grupos: alimentação (de 0,97% para 0,94%); despesas diversas (de 0,57% para 0,52%) e transportes de (de 0,19% para 0,03%).

Em sentido oposto, o ritmo de correções avançou nas demais classes de despesas: vestuário (de -0,26% para 0,28%); comunicação (de -0,07% para 0,01%); saúde e cuidados pessoais (de 0,91% para 0,97%) e educação, leitura e recreação (de 0,27% para 0,28%).

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