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Brasília

Em 2009, sessenta mil mudas nativas foram utilizadas para reflorestar Corumbá IV

Arquivo Geral

21/12/2009 0h00

Nos próximos sete anos, mais de três milhões de espécies nativas do Cerrado serão plantadas nas Áreas de Preservação Permanentes (APPs) da Usina Hidrelétrica de Corumbá IV, no Distrito Federal. O reflorestamento dessas áreas nos municípios ligados à usina foi acertado no último dia 10, com a assinatura de um convênio entre a Secretaria de Agricultura e a empresa geradora de energia elétrica Corumbá Concessões S.A. As mudas utilizadas são produzidas na Granja Modelo do Ipê. Também estão previstas ações de conscientização ambiental com a realização de palestras educativas para a população ribeirinha do Entorno do Lago Corumbá IV.


Até o final do ano, cerca de 60 mil mudas estarão plantadas na região. E até 2017 esse número deve chegar a três milhões. Os cursos de capacitação e palestras educativas sobre a proposta de revegetação da área já estão sendo oferecidos pela Secretaria de Agricultura e, sua vinculada, a EMATER-DF. A SEAPA-DF também irá coordenar a implantação de Unidades Demonstrativas de Viveiro de Plantas do Cerrado em cada município contemplado pelo projeto, agindo em conjunto com as prefeituras municipais.


“A participação das prefeituras e das comunidades ribeirinhas é fundamental. Elas entram com uma contrapartida dos recursos, além de se responsabilizarem pela manutenção das áreas de preservação”, explicou Agnaldo Alves, secretário-adjunto da SEAPA-DF. A Corumbá S.A vem investindo na impressão de folders com informações sobre projeto, além de disponibilizar mão de obra para prestação de serviços nos trabalhos de produção de mudas e aquisição de veículos. Também está prevista a construção de um viveiro para expandir a produção de mudas na Granja Modelo do Ipê.


Para o administrador da região, Miguel Lunardi, além da facilidade para os motoristas, a construção da via aumentou da circulação de pessoas pela região e o movimento de clientes em áreas comerciais.  “Hoje, o SIA é utilizado como rota de acesso a diversas regiões. Isso gerou maior movimentação tanto no setor quanto no comércio, e a conclusão da pista facilitou o fluxo de carga e descarga na região”, comemora Lunardi.

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