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Brasília

Dona de banca procura ladrão de revistas pornográficas

Arquivo Geral

09/11/2012 20h23

O furto de revistas pornográficas, supostamente cometido por um motorista de um veículo oficial do Governo Federal, causou indignação a dona de uma banca no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA). Era por volta das 9h quando um homem, bem vestido, de terno e gravata, comprou um jornal e depois foi até a frente da banca e colocou várias revistas pornográficas na parte de trás de calça. Em seguida, ele saiu rapidamente do local. A dona do estabelecimento, Jaqueline Soares, conta que quando percebeu o furto, foi atrás do homem, que entrou no carro e fechou os vidros. “Eu bati na porta, mas ele acelerou para cima de mim e eu precisei desviar para que não fosse atropelada”, conta a empresária. 

 

Jaqueline percebeu que no veículo havia uma logomarca de uma agência reguladora federal, e então anotou a placa. Em seguida, entrou em contato com o órgão, passou a placa do carro e foi informada de que se tratava do veículo de uma empresa terceirizada que presta serviço a empresa pública.

 

A dona da banca acionou a Polícia Militar do Batalhão do SIA e entrou em contato com a prestadora de serviços para conseguir informações sobre o ladrão. A empresa enviou uma funcionária verificar a situação na loja. “Quando ela chegou, primeiramente informou que estaria tentando localizar o motorista, mas até o momento não tinha informações sobre o paradeiro dele. Depois, ela recebeu uma ligação e foi avisada de que o carro tinha sido encontrado em outro trecho do SIA, aberto, e com a chave e o rádio dentro dele”, explica.

 

Depois, a empresária foi até a prestadora de serviços e conseguiu descobrir o nome e endereço do homem. Em seguida, ela foi até a delegacia de policia da área e registrou ocorrência. Jaqueline conta que já procurou um advogado e não vai deixar o crime impune, ainda mais se tratando de um motorista que presta serviço ao Governo Federal. 

 

A reportagem do Clica Brasília entrou em contato com a empresa terceirizada, mas ela não quis se pronunciar.

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